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Sangha – Depoimentos

A Sangha é muito transformadora, a gentileza com que trata as pessoas é muito emotiva, para mim algo muito emocionante é ver a gentileza que se tem no Centro de Dharma, uns com os outros, é verdadeiro . Eu dei 18 anos de aulas como professora de consciência corporal, eu devo tudo o que eu aprendi de gentileza ao Dharma e isso levamos também para a nossa família, eu melhorei bastante em casa .

Maria Eugenia Álvares Ferraz

Em 2003, mais uma vez o Daniel foi generoso comigo, me convidando junto com outros para ajudá-lo na organização da vinda das relíquias de Buddha, no SESC Pompéia. Acabei ficando responsável pela organização da Segurança. Junto com vários amigos da Sangha (Alaor, Lothar, Beppe), o evento no SESC foi um grande sucesso, com visita de milhares de pessoas. Lembro-me vividamente da emoção das pessoas ao se aproximarem das relíquias. Pais com seus filhos, alguns deficientes, idosos, todos a procura de bênçãos e curas.

Beto Danieletto

Aproveito para agradecer à toda Sangha, recebi muitos ensinamentos, carinho, e também algumas discordâncias, estas, em função da minha ignorância, mas valeu tudo, pois sei que nossa conexão está além das palavras e momentos.

Valéria da Silva Ribeiro

No início o convívio com a Sangha foi fundamental para meu desenvolvimento. No Centro de Dharma, me sentia acolhido por quem eu era de verdade, não precisava fazer média, fingir ser outra pessoa ou usar alguma máscara, o que, estranhamente, não parecia acontecer em nenhum outro lugar. Pessoas como a Bel e a Pê foram fundamentais nesses meus primeiros anos, porque me ajudaram a dar os primeiros passos no budismo, e a compreender aspectos mais difíceis dos ensinamentos, conceitos e práticas, diferenças entre escolas e abordagens, mestres e linhagens.

Paulo Busse

A energia da sala de oração, a generosidade dos Lama e demais pessoas que fazem as práticas, a forma que sempre me senti bem recebido e o sentido que cada ensinamento faz em minha vida.

Thiago Henri

O apoio da Sangha é fundamental. Por meio das dedicações, rezas, traz conforto e nos fortalece, afinal juntos somos mais fortes.

Rosana da Cruz Sousa

Disseram para mim; chega-se somente uma  vez ao Dharma, só que não… cheguei duas… resolvi contar minha história. A primeira, em meados de 1996, pelas mãos de um amigo de trabalho e frequentei até 2000, estive com o Lama Ganchen, em 1998 ou 1999, na primavera, em Albagnano, um delicioso final de semana de primavera com a Sangha da Itália. Depois disso morei fora de São Paulo por mais de 12 anos perdendo o contato com o Centro, a Sangha e os Lamas. Voltei a São Paulo em meados de 2011 e em 2013 e a Mônica Miguez, minha Dakini, esteve onde eu trabalhava e dei-lhe uma carona até o Centro, “rechegando” ao Dharma. 

Therezinha Souza Baptista

Nós estamos vivendo um momento forte de posicionamento. Penso que estar dentro do Dharma, do NGALSO de Lama Gangchen, e também da família espiritual que ele propôs para nós como um jeito de estarmos uns com os outros, é uma sorte muito grande. Somos muito afortunados. Acredito que esse trabalho que estamos fazendo está só no começo.

Debora Tabacof

Adorava trabalhar nos retiros, cuidar da comida.Estar com a Sangha e com os Lamas é sempre algo maravilhoso, a gente se sente numa família reunida em torno do Dharma.

Ana Cristina Koda

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