Rua Apinagés, 1861, Sumaré – São Paulo/SP

Retiros e Peregrinações

Uma histórias importantes de transformação interna que gostaria de compartilhar é a primeira viagem ao Tibet em 1987, foi inesquecível! Marcou a volta de Lama Gangchen a sua terra natal, depois de 20 anos de exílio.A recepção de sua família , algo quase indescritível. O amor, a generosidade e a compaixão marcantes o tempo todo, fomos todos recebidos pelo Panchen Lama. A convivência com ele mostrou uma forca e sabedoria

Cláudia Proushan

Esses primeiros anos do meu encontro com Lama Gangchen, com o Dharma, foram anos de muitas aventuras, porque a gente viajava muito, e de muito empoderamento. Se eu puder traduzir em uma palavra o que o Lama Gangchen fez por mim nessa vida, foi realmente, me empoderar. 

Debora Tabacof

No mesmo ano em que conheci o Lama Michel fui em um retiro de Tara. Quando ouvi seus ensinamentos percebi o vasto oceano que era o Dharma, e o quão profunda eram suas palavras.

Juliana Mengarda

Estar nestes lugares sagrados com Eles é como nosso continuum mental mudasse de direção. As viagens foram espetaculares, um crescimento interno incrível , aprendemos o tempo todo com tudo que Eles nos oferecem de ensinamento

Fernanda L. Machado Christophe

Em 2013 participei da viagem à Amazônia com o grupo AACHAA e Lama Michel, foram dias que pudemos experimentar estar em contato com os elementos numa forma mais pura e me lembro do quanto isso abriu espaço interno. Navegamos, praticamos, recebemos ensinamentos, lemos e relaxamos. Acredito que cada experiência e viagem dessas ajuda a girar uma chavinha diferente e a criar bons imprints na mente.

Fernanda Burmeister de Campos Pires

Surgiu o grupo AACHAA onde pudemos levar os 3 mestres NgalSO para a Amazônia e Andes, atuando nestes lugares sagrados através da Autocura nestes spots especiais de sabedoria ancestral e  cura.

Debora Laruccia

Ver Lama Gangchen no Tibete dá um sentido ainda maior sobre quem Ele é e a fortuna que temos. Não existe a possibilidade de perder uma única oportunidade sequer de estar em Sua presença e nem estar doente seria motivo para não O ver. No Tibete, pessoas esperando por horas e horas, senão dias, em pé com suas khatas, em estradas em lugares no meio do nada, apenas para ver o Rinpoche passando de carro e por sorte talvez receber uma benção com a mão na cabeça. Filas e filas de pessoas desesperadas para apenas olharem para Ele por um segundo, talvez uma única vez na vida. Estar lá me fez apreciar e valorizar ainda mais essa vida e por estar no “círculo de seus principais discípulos”, de ser extremamente afortunada e de não perder esse fato de vista ou ter por óbvio esse fato, nem por um segundo, nunca em minha vida.

Fernanda Burmeister de Campos Pires

 Com certeza esse empoderamento que todos da AACHA  tiveram acesso a partir do Rinpoche, também se deu nas comunidades ribeirinhas . Hoje, as pessoas que estão lá são muito mais preparadas e aptas para defender o seu ambiente e a riqueza dos 5 elementos, porque o próprio fato do Rinpoche dar uma atenção a cada um, aumenta o amor próprio das pessoas. E esse é um círculo extremamente virtuoso, onde um empodera o outro, onde generosamente uma chama acende a chama de muitos outros.

Debora Tabacof

Para mim a experiência mais marcante foi o retiro de Yamantaka em Albagnano. Foi o segundo divisor de águas (o primeiro foi o contato com o centro e os mestres). Neste retiro senti de fato uma grande transformação interna, uma grande pacificação. Além disso, conheci meu companheiro vajra, me mudei para Albagnano e hoje tenho uma filha que cresce praticamente no gompa!

Ana Lucia Pinto Moreira

A AACHA foi criada para fazer essa tarefa de levar o primeiro BUDDHA , o primeiro Lama tibetano, para a região amazônica, no Brasil, e com isso criar uma conexão entre essas diferentes sabedorias, entre essas diferentes culturas, em benefício da paz. Da paz ambiental, da paz interna.

Debora Tabacof

Voltar para Biografias NgalSo

X